O grande ídolo
No meu primeiro post aproveito para deixar a minha homenagem a um homem que influenciou não uma geração,mas muitas.Tudo o que se possa dizer sobre ele sabe a pouco,nem vários volumes do Pacheco Pereira podem descrever toda uma vida por um ideal,por um futuro.
No dia da sua morte foram muitos os que choraram mas,também,muitos os que rejubilaram de alegria.Quero acreditar que o meu país que eu tanto gosto e,que não troco por nada consegue em certas alturas não ser mesquinho e parvo para não homenagear um homem que deu a vida pelo país.Sim pelo país!!Não me venham com tretas mas alguém que passa uma vida preso sem denunciar os camaradas que com ele lutaram,sem renunciar os ideais que defendia,lutando pela liberdade,pela igualdade não quer o melhor para o país?! E se dizem que ele era duro e que não mudava uma linha daquilo em que acreditava,a esses respondo,estejam presos durante vários anos a serem agredidos violentamente todos os dias que eu quero ver como saem de lá.
Disseram no dia da sua morte que tinha morrido o último estalinista,eu acredito que foi mais do que isso.Morreu o último grande homem do nosso país,aquele que do princípio ao fim nunca deixou de acreditar que um novo mundo era possível e que nunca alterou uma linha do seu pensamento ao contrário daqueles que nos governam hoje.
A si,que me ajudou a ser a pessoa que sou e, principalmente, por todos aqueles mais fracos e oprimidos que ninguém quer ouvir....Um obrigado
"Quando se tem um ideal o mundo é grande em qualquer parte"

3 Comments:
Eu acho que nenhuma pessoa humanamente bem formada rejubilou de alegria no dia da morte do Cunhal. Uma coisa são divergências políticas, outra coisa são inemizades pessoais.
Apesar de não concordarmos com a sua linha de pensamento, temos de reconhcer que ele é uma figura marcante da IIIª República (como o Mário Soares, o Sá Carneiro, o Freitas do Amaral...)
RIcardo Bernardes
O grande ídolo só se for para ti...
Quem foi o gajo que fez uma ponte a ligar as duas margens do Tejo e depois tiraram-lhe o nome da Ponte, quem foi? Não sabes?
Pois é, akele pobre que mandou fazer a ponte que liga Abrantes à margem sul do Tejo nem sequer tem lá o nome dele.
Mas o Cunhal foi um tipo porreiro, se não denunciou ningém, como raio foram tantos presos?
O pobre homem queria tanto o bem para o país, que passava o tempo na Rússia, devia ser para copiar a bela merd@ que lá estava e piorar esta porcaria ainda mais.
Os únicos que rejubilaram com a morte do Cunhal foram os gajos do partido comunista, que assim já tinham uma nova cassete para os comíssios, eleições e afins.
Muitos outros marcaram o país e não têm esse tipo de reconhecimento, como o grande Zézé Camarinha, que deixou marcas portuguesas em muito património estrangeiro. Esse sim, marcou a 3 República e todas as estrangeiras que andavam na praia.
André Timóteo
Em jeito de última homenagem, a si, que fez com que todos os comunistas falassem da mesma maneira,também sempre do mesmo assunto e com o mesmo discurso, e com o mesmo sotaque.
Com saudades (olhe que não, olhe que não)
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